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segunda-feira, 14 de março de 2011

Que tal jantar em cima de montanhas e edifícios famosos?



A gigante sueca de eletrodomésticos Electrolux está contratando empresas para construir uma série de restaurantes, que ficarão temporariamente no topo de edifícios e montanhas famosas da Europa. Sim, a ideia é insana e não, não fazemos ideia de como eles conseguiram permissão para fazer isso.
O pavilhão The Cube leva a boa comida a alturas impressionantes, e vai além. Vários restaurantes temporários foram comissionados pela gigante sueca de eletrodomésticos Electrolux, e devem viajar pela Europa, ficando no topo de edifícios, monumentos e penhascos famosos; aparentemente, um deles vai até ficar no meio de um lago. E achávamos que o fenômeno de estabelecimentos temporários não poderia ficar mais insano…


Criado pelos arquitetos italianos da Park Associati, os Cubes terão cobertura de alumínio cortada a laser, uma sala de jantar para 18 pessoas, e um terraço de 50m² que dá uma bela vista dos arredores. O primeiro Cube abre dia 1o de abril (sério!) no arco do Parc du Cinquantenaire em Bruxelas, na Bélgica. Então ele vai se mudar para a Itália, Rússia, Suíça e Suécia.
Nós estamos morrendo de vontade de saber como eles conseguiram permissão para fazer isso (ou que tipo de… favores eles tiveram que prestar).
Pra que tudo isso? Como a maioria de estabelecimentos temporários, é uma estratégia de marketing. A cozinha virá equipada com eletrodomésticos da Electrolux, nos quais os chefs irão criar o que o release à imprensa chama de “serviço de exibição do preparo da comida”. A marca Electrolux estará estampada na parede, se as imagens renderizadas servirem de indicativo, transformando tudo num enorme outdoor. Mas com o cenário majestoso ao redor, duvidamos que as pessoas percebam.

Fonte: Gizmodo Brasil 


quarta-feira, 9 de março de 2011

Como elaborar pesquisas de satisfação?



A pesquisa é grande trunfo do empreendedor, é como uma auditoria direta dos seus clientes. Ela pode ser nominal ou anônima, sendo o segundo caso melhor em avaliações de serviços, para obter opiniões mais sinceras e principalemente críticas.

Existem pesquisas de satisfação e opinião para diversas necessidades, dentre elas a opinião sobre determinado produto ou serviço, pesquisa de clima organizacional, pesquisa sobre promoções, estabelecimentos e por ai vai.

Mas todas as pesquisas tem em comum o intuito de descobrir algo, no caso de um restaurante que usaremos como exemplo, o objetivo é obter uma percepção sobre o que os clientes acham do seu restaurante.

Acreditar que o seu estabelecimento é excelente por que tem boa venda, os clientes voltam e não reclamam, não quer dizer que eles estão 100% satisfeitos e que enxerguem o seu negócio da mesma forma que você. Um cliente se conquista com a manutenção da sua satisfação. Como em um namoro, o seu cliente deve ser conquistado dia-a-dia ou o "Ricardão" irá rouba-lo. E hoje em dia isso é uma regra!

Portanto seguem algumas dicas para desenvolver uma pesquisa de opinião/satisfação para um restaurante. As dicas servem para qualquer negócio, somente as variáveis encontradas nas primeiras dicas irão mudar.

  • Dica:
Concentre-se nos Fatores de Sucesso do seu negócio. Neste ponto esqueça o seu restaurante, pergunte-se: O que os clientes avaliam ao entrar em um restaurante?

Podemos chegar a respostas como: Atendimento, Ambiente, Qualidade da comida, Sabor das receitas, Variedade do cardápio, Limpeza e Preço.
 
Nesta fase, pensar no que O SEU restaurante oferece não é uma boa idéia, pois tudo o que o seu restaurante oferece pode ser bom, mas pode não ser isso que o seu cliente quer! 

É o famoso caso do rapaz que fazia de tudo pela namorada e foi trocado por outro menos bonito e interessante. Por que? Por que ele fazia tudo por ela mas se esqueceu de perguntar o que ela realmente queria!

  • Dica:
Prepare perguntas simples e objetivas.

Você deve usar perguntas que possibilitem tomadas de ação caso necessárias, por exemplo, perguntar se o cliente está satisfeito com a comida é uma pergunta muito vaga, que caso negativa não te indica onde melhorar.

Utilize sempre uma pergunta mais objetiva, exemplo: Como você avalia a variedade do nosso buffet de saladas? Neste caso a insatisfação pode ser facilmente contornada com uma maior variedade de saladas, pratos frios e temperos.

  • Dica:
Faça uma pesquisa com o intuito de melhorar sempre! Não faça pesquisas apenas esperando receber elogios, pois é exatamente com as críticas que você vai melhorar e estar a frente da concorrência.

Se você identificou que os clientes não estão satisfeitos com o sabor das carnes, não tente compensar com "agradinhos" como sobremesa, ou preço mais baixo, melhore a qualidade das carnes!

  • Dica:
Evite  perguntas que suas respostas possam ser sim e não. Pois elas sempre vão precisar de uma pergunta complementar, o "Por que?".

Evite também, em uma escala de satisfação, utilizar o "regular". Este é um indicador que não te diz nada. Regular não é necessáriamente bom nem ruim, o que te deixa sem uma medida para tomada de decisão. Geralmente o regular indica que as pessoas não estão satisfeitas mas não querem reclamar.

Caso faça uma escala como esta utilize: Muito Ruim, Ruim, Bom, Muito Bom.

  • Dica:
Faça uma pesquisa com no máximo 5 questões. A pesquisa deve ser rápida, de no máximo 1 minuto. Se a pesquisa for cansativa você terá muitas desistencias e o pior, respostas sem avaliação, respondidas apenas para que a pesquisa acabe logo.

  • Dica:
Mude regularmente as perguntas.

Sempre que você identificar algo a ser melhorado, aprofunde-se no assunto, exemplo:

Fator de Sucesso: Localização

Você fez a pesquisa e identificou que a localização do seu restaurante é ruim.

Para encontrar uma forma de melhorar você muda o foco da pergunta para o Acesso (fator de sucesso), e identifica que o acesso ao seu restaurante é Muito Bom!

Pode parecer um paradoxo, mas mudando suas perguntas novamente você percebe que o problema está no estacionamento!

Seu restaurante possui poucas vagas e nas ruas próximas não é permitido estacionar. A solução seria um convênio com estacionamentos próximos ou um manobrista para organizar o fluxo de clientes.

Enfim, as possibilidades são grandes, e a pesquisa é sempre válida! É necessário tempo e reflexão para que sua pesquisa tenha qualidade.

Boa sorte!

Autor: Gabriel Tosto Corrêa
 
Fonte: Automatizando

quarta-feira, 17 de novembro de 2010

As oportunidades e ameaças dos Clubes de Desconto

 
 
Pipocam pela internet nos últimos meses os lançamentos de sites oferecendo Clubes de desconto para os internautas. Nestes clubes os sócios não pagam pelo título e ainda tem direito a promoções diárias com descontos de até 90% nos mais diversos estabelecimentos.

Muitas empresas atraídas pela facilidade e atratividade têm feito ofertas a este público sem se preocupar com alguns fatores endógenos ao negócio como, por exemplo, a sua própria capacidade de atendimento.


  • O modelo dos sites de compras coletivas funciona da seguinte maneira: O usuário se cadastra e informa sua cidade.
  •   Ele passa a receber diariamente informações sobre descontos na sua cidade (em geral superiores a 50%);
  •     Caso um número definido de compradores na cidade seja atingido, os descontos passam a valer;
  •     Caso seja fechado um grupo de compras o site recebe uma comissão sobre as vendas efetivadas.

Onde estão as oportunidades?
 
Obviamente o baixo investimento e ampla visibilidade são as grandes oportunidades a serem aproveitadas.

É isso que muitos comerciantes buscam ao divulgar seus produtos e serviços, uma alternativa eficaz com investimento baixo. Para resolver esta equação os sites de compras e descontos que chegaram com força no mercado de vendas online.

Nesse contexto, um deles é o Clube do Desconto , que entrou no ar em agosto operando em São Paulo e agora chega a Brasília, oferecendo promoções diárias, com até 90% de desconto, em produtos e serviços variados, como teatros, bares, salões de beleza e muitos outros.

Apesar de ter apenas pouco mais de 1 ano de vida no mercado brasileiro, esse é um conceito já aprovado por empresas que procuram divulgar seu negócio a custos reduzidos. Com uma fórmula certeira, sites como o Clube do Desconto unem o desejo do consumidor por promoções e preços baixos ao poder de mercado das compras em grupo.

Onde estão as ameaças?

A grande oportunidade é atingir um grande público diretamente e a um custo baixo.  As ameaças não vêm dos fornecedores do serviço e sim das empresas que utilizam os serviços dos sites de descontos para promover seus negócios.

A lógica diz que o ideal seria oferecer uma experiência excelente, garantindo a cada um dos compradores dos vouchers um serviço perfeito e produtos de qualidade. Os sites de descontos levam o cliente até a empresa disposto a experimentar o serviço ou produto, disposição essa fruto de um ganho real, o desconto.

Cada empresa deveria se esmerar para transformar estes visitantes em busca de vantagens em promotores da empresa. Para que estes voltem mesmo sem novos descontos e indiquem a empresa a amigos.
Cabe ao ofertante ter um cuidado ainda maior, para tornar este cliente oportunista em um cliente fiel e promotor.

De nada adianta atrair e não se preparar para atender a demanda criada.
Imaginem se, por exemplo, 300 clientes aproveitam este desconto e tentam agendar um horário logo em seguida. Isso pode acabar "entupindo" o atendimento de uma empresa.
Agora imagine esta situação durante semanas, onde uma pequena empresa ou mesmo a média trabalha com uma margem de lucro muito pequena, o que irá acontecer?
Ou então ao usar o cliente ter a impressão de que o trataram de forma diferente, ou pior, justamente por vir só por causa do desconto. As pessoas irão usar o desconto e além de não voltar mais irão falar mal para todos os seus amigos.

A iniciativa é muito interessante por vários aspectos.
Para os clientes participar desses clubes de descontos pode ser uma excelente pedida para compras fantásticas e serviços de qualidade por preços que o cliente nunca imaginou pagar.

Para as empresas um investimento de custo baixo com grande atratividade para os clientes oportunizando conhecer os serviços da empresa.

E é ai que mora o grande perigo, a empresa não ter se preparado para a demanda criada. E em vez de conquistar novos clientes promotores da marca, cria sim uma legião de detratores. E o pior detratores on line que alastram suas experiências em alta velocidade pela internet, que é o meio ambiente natural deste público.
 
Claiton Pacheco
 
Fonte: Portal Franchising 

sexta-feira, 15 de outubro de 2010

Restaurante do futuro registra hábitos dos clientes

Estabelecimento com esse nome foi montado em universidade da Holanda.

Iniciativa custou US$ 4,2 milhões e tem como base a filmagem dos frequentadores.



Uma universidade holandesa criou o ‘restaurante do futuro’, um estabelecimento que usa câmeras para monitorar o hábito de seus clientes. Se os pesquisadores conseguirem atingir seus objetivos, eles terão respostas para as seguintes perguntas: “as pessoas comem mais saladas quando estão perto de plantas?”, “uma luz romântica faz com que os consumidores demorem mais para comer?” e “um serviço ruim faz com que as pessoas não gostem de seu almoço?”, entre outras.

O centro de pesquisas foi montado na universidade holandesa de Wageningen e custou cerca de US$ 4,2 milhões – parte desse valor foi doado por empresas que querem testar seus produtos no local. Além das câmeras, o local também é high-tech na hora do pagamento: o próprio usuário digita no computador o que consumiu, eliminando a necessidade de funcionários no caixa.

Aqueles que quiserem comer no local têm de assinar um documento para consentir a filmagem durante o almoço. “Queremos saber o que influencia as pessoas: cores, gosto, funcionários. Vamos tentar nos focar em um estímulo por vez, como na luz”, afirmou Rene Koster, responsável pelo Centro de Estudos Inovadores dos Consumidores.



De acordo com Koster, o restaurante do futuro é um “parque de diversões de possibilidades”. “Podemos pedir para que os funcionários sejam menos amigáveis, fiquem menos visíveis, ou o contrário”, disse, lembrando que as mudanças precisam sempre ser pequenas. “Se fizéssemos grandes mudanças de um dia para o outro, as pessoas não gostariam. Seria algo muito abrupto.”


Em uma sala de controle, os pesquisadores podem fazer com que as câmeras instaladas no teto do restaurante dêem zoom em um freqüentador ou em seu prato. Com a ajuda das câmeras, eles observam como as pessoas entram no restaurante, que tipo de comida chama sua atenção, se sempre escolhem a mesma mesa para se sentar e quanta comida eles jogam fora.

“Você já é filmado em todos os lugares, como no programa ‘Big Brother’. Então, que diferença faz se isso acontece em um restaurante?”, questionou Bert Visser, um cientista da universidade, enquanto comia um sanduíche de frango. Patricia van der Souven, uma assistente de pesquisa que também freqüenta o local, concorda. “Um dia, havia luzes azuis no restaurante e eu não entrei, porque a comida não parecia boa”, afirmou.
 
Fonte: Portal G1

sexta-feira, 3 de setembro de 2010

3G Capital acerta compra do Burger King por US$ 4 bilhões

Fundo que tem entre os sócios Jorge Paulo Lemann, Carlos Alberto Sicupira e Marcel Telles irá pagar o equivalente a US$ 24 por ação



O Burger King, segunda maior rede de fast-food dos Estados Unidos, firmou acordo para ser vendido para a 3G Capital Management por US$ 24 por ação, ou cerca de US$ 4 bilhões, incluindo a dívida da empresa.


A 3G Capital tem entre os sócios os brasileiros Jorge Paulo Lemann, Carlos Alberto Sicupira e Marcel Telles, que estão entre os principais acionistas da AB InBev, maior cervejaria do mundo e que controla a AmBev.

Segundo o "Wall Street Journal", o Burger King pode solicitar ofertas melhores em meados de outubro. Bancos devem financiar cerca de US$ 2,8 bilhões da operação. No dia 31 de agosto, um dia antes do WSJ noticiar que a empresa estaria à venda, as ações da companhia fecharam a US$ 16,45. O acordo representaria um prêmio de 46% sobre o preço da ação do Burger King antes da notícia do acordo surgir na quarta-feira.


A transação deve ser fechada no último trimestre deste ano.


TPG Capital LP, Goldman Sachs Capital Partners e Bain Capital Investors possuem conjuntamente cerca de 31% das ações do Burger King e colocaram seus papéis à disposição da oferta, que deve começar em 17 de setembro.

É a segunda vez em oito anos que a companhia se torna privada. Para a 3G, esta é a oportunidade de reverter os resultados do Burger King, aproveitando sua experiência nos investimentos em cerveja e varejo.

"Temos grande respeito pela marca Burger King e o grande negócio que sua diretoria, funcionários e os franqueados construíram", afirma Alexandre Behring, um dos sócios da 3G em comunicado. "A marca icônica Burger King, sua sólida rede de franquias e grande oferta de produtos fazem o tornam perfeito para a 3G Capital, que tem um forte histórico em investimentos de longo prazo em marcas de consumo globais e companhias de varejo."

Segundo o "New York Times", o presidente do Burger King, John Chidsey, deve manter seu cargo até o fechamento do negócio. Depois disso, Behring assumirá o posto de presidente-adjunto, ao lado de Chidsey.

O Burger King vem perdendo espaço para o McDonald's e outros concorrentes do setor de fast-food, uma vez que sua base principal de consumidores foi mais afetada pelas taxas altas de desemprego nos EUA.

Na semana passada, a empresa previu demanda fraca durante seu novo ano fiscal devido ao ritmo menor de recuperação econômica nos Estados Unidos e a programas de austeridade fiscal de governos em diversos países da Europa.

Analistas afirmaram que era um momento oportuno para a empresa fechar seu capital, quatro anos depois que o Burger King abriu seu capital com uma oferta a um preço de US$ 17 por ação.
Às 11h49 (horário de Brasília), as ações do Burger King negociadas em Nova York avançavam mais de 24%, para US$ 23,41, depois de terem subido perto de 15% na véspera.

Para esta negociação, o Burger King contou com a assessoria dos bancos Morgan Stanley e Goldman Sachs e dos escritórios de advocacia Skadden, Arps, Slate, Meagher & Flom e Holland & Knight. A 3G capital foi assessorada por Lazard, JPMorgan Chase, Barclays Capital e pelo escritório Kirkland & Ellis.


Fonte: Época Negócios

sexta-feira, 20 de agosto de 2010

Como reconhecer os pontos fracos e fortes da concorrência?


Seu restaurante estava com um faturamento satisfatório, com uma boa clientela e com o passar dos meses você vem notando que seu faturamento vem decrescendo, que a clientela já não é tão intensa como antes. Além disso você nota que o seu concorrente continua com um bom movimento e aparentemente tudo está indo muito bem para ele. Está na hora de se perguntar; “Onde está o meu problema?”

Um dos pontos mais importantes que deveriam ser avaliados constantemente e não somente na hora da crise é saber como o seu concorrente está trabalhando. Faça visitas periódicas ao seu concorrente. Almoce ou jante por lá e você irá descobrir muita coisa.

Para manter o seu negócio estável é muito importante analisar a sua concorrência para descobrir seus pontos fortes e fracos para que seu estabelecimento possa se adequar ao padrão de exigência dos clientes antes que seja tarde demais.

1 – Avalie o produto:
Perceba como é a qualidade dos pratos servidos, a apresentação, a quantidade de produtos oferecidos. Verifique os pratos que são servidos com muita frequência. Não que você tenha que copiar o mesmo prato e levar para seu restaurante mas descobrir que você pode inovar em novos pratos para atraí-los.

2 – Ponto comercial: localização, estacionamento, facilidade de acesso, vitrines. Todos sabemos que a localização é um ponto forte para se faturar mais, mas não somente isto irá fazer a diferença. Seu concorrente oferece facilidade de estacionamento, manobrista, estacionamento gratuito? E a fachada de seu estabelecimento? Ela é condizente com o padrão dos clientes que frequentam seu estabelecimento?

3 – Valor, formas de pagamento, prazos.
A questão de preço é muito relativo, há clientes que preferem pagar um pouco mais para ter alguns benefícios como estacionamento, atendimento diferenciado, mas é importante não deixar que seu concorrente ofereça a mesma coisa a preços mais acessíveis. Atualmente a maioria dos restaurantes oferece condições em pagamento como dinheiro, cartões, tickets refeição, cheques. Se seu estabelecimento não oferece as mesmas condições de pagamento está na hora de avaliar se já não seria o momento de oferecer mais opções aos seus clientes.

4 – Divulgação: intensidade, meios utilizados, freqüência.
O ditado “A Propaganda é a alma do negócio” pode ser antigo, mas continua valendo. Uma boa divulgação trará com certeza muitos clientes. Contrate uma agencia de publicidade e monte uma campanha de divulgação. Mas se para você um investimento numa agência ainda está muito a quem de suas possibilidades, este não será o motivo que o impedirá de divulgar o seu estabelecimento. Meios mais baratos de divulgação existem e se forem feitos com qualidade trarão um bom retorno para seu negócio. Invista em panfletagem, cadastre seus clientes e envie Newsletters por e-mail, monte pacotes especiais para datas comemorativas. Se você quer ser visto então apareça.

5 – Força de vendas: quantidade e qualidade dos vendedores e pessoal de
atendimento.

Você foi no seu concorrente e foi muito bem atendido? Uma equipe bem treinada, bem uniformizada, com conhecimento sobre todo o cardápio da casa é um grande diferencial. Invista em treinamento e motivação de sua equipe. Avalie também se a quantidade de funcionários está de acordo com sua demanda. Demora no atendimento, pratos que demoram a chegar para o cliente podem ser decisivos na sua próxima escolha de qual restaurante visitar.

6 – Logística: capacidade de armazenamento, distribuição, frota.
Você está preparado para eventuais surpresas? O movimento foi acima do normal e agora você não tem todos os produtos que estão no cardápio? Fique atento a estas falhas graves pois você pode estar perdendo a oportunidade de ter seu cliente de volta. Se sua empresa trabalha com delivery fique atento ao tempo de entrega, sua frota deve ser suficiente para que seu cliente não espere demais.

7 – Credibilidade: a imagem do concorrente junto ao mercado.
Faça uma pesquisa com pessoas da sua região e avalie sobre os restaurantes que eles frequentam na região e sobre os pontos fortes e fracos que os fazem frequentar ou não aquele estabelecimento.
Já dissemos isto mais acima mas vale repetir. Mantenha o foco e não avalie seu concorrente apenas quando as coisas não estivem boas para seu estabelecimento. Este trabalho constante fará com que você se mantenha estável no mercado e não seja pego de surpresa pela concorrência.

Fonte: Gestão de Restaurantes

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terça-feira, 10 de agosto de 2010

Liminar isenta 2.000 bares e restaurantes em SP do ponto eletrônico


 A Abrasel (Associação Brasileira de Bares e Restaurantes) em São Paulo obteve liminar que isenta os seus cerca de 2.000 associados de utilizarem o ponto eletrônico a partir do dia 25 de agosto. A decisão é da 48ª Vara do Trabalho de São Paulo.

A portaria 1.510, editada no ano passado, obriga empresas com mais de dez funcionários a utilizar equipamentos eletrônicos de marcação de ponto. Prevê ainda que a cada entrada e saída do funcionário da empresa seja registrado um comprovante impresso, que ficará com o empregado.

Para isso, cada aparelho de ponto eletrônico deverá ter uma impressora. Os comprovantes seriam úteis ao funcionário por detalharem as horas trabalhadas.

A juíza Regina Celi Vieira Ferro avaliou as dificuldades dos estabelecimentos na adequação à portaria. "Possíveis transtornos surgirão, pois será preciso adquirir quantidade excessiva de registradores eletrônicos de ponto, para atender a todos os empregados, o que, provavelmente repercutirá no preço final do produto", disse em seu despacho.

A juíza considerou ainda que a impressão "ensejará um gasto indesejável com papéis e tinta, contrariando a tentativa de preservação do meio ambiente, que vem sendo uma bandeira de luta mundial e que o uso do sistema de papel, hoje na era da informatização, denota retrocesso, além de não impedir a fraude, uma vez que é possível ao empregado registrar a saída, imprimir o comprovante e retornar ao trabalho, da mesma forma que acontece atualmente".

Fonte: Notícias Bol

quinta-feira, 5 de agosto de 2010

Chefs usam Twitter para divulgar cardápio e novidades de restaurantes

Chefs usam Twitter para divulgar cardápio e novidades de restaurantes



Saiba quais cozinheiros e casas de São Paulo estão no microblog e acompanhe tudo o que acontece em suas casas prediletas

 

Por Daniel Ottaiano
Raphael Durand Despirite (esq.), chef do restaurante Marcel, e Thomas Troisgros (dir.), chef do 66 Bistrô (no Rio), aderiram ao Twitter
Raphael Durand Despirite (esq.), chef do restaurante Marcel, e Thomas Troisgros (dir.), chef do 66 Bistrô (no Rio), aderiram ao Twitter
por Renata Ursaia


Esqueça a pequena lousa verde com o cardápio do dia escrito em giz branco na porta do restaurante. Agora, a melhor maneira de descobrir o menu do endereço que você quer visitar é pelo Twitter. O microblog abriga perfis de chefs consagrados e de restaurantes da cidade que atualizam a todo momento suas novidades.

+ Twitter reúne famosos, músicos, chefs, museus e cinemas


A rede social atrai mais chefs jovens, como o responsável pelas panelas do francês Marcel, Raphael Durand Despirite, de 26 anos. Em seu perfil (@rdespirite), ele alterna comentários sobre o Corinthians (seu time de coração) e sobre o seu restaurante.


Em outro perfil (@cozinhabossa), atualizado pelos funcionários do Marcel, as notícias são sobre o projeto Cozinha Bossa Nova, em que Raphael Despirite convida chefs da nova geração de outras casas do Brasil para preparar um cardápio a quatro mãos. Já participaram do evento Rodrigo Oliveira (@RodrigoMocoto), do Mocotó; Joca Pontes (@jocapontes), do Ponte Nova, em Recife; e Thomas Troisgros (@ttroisgros), do 66 Bistrô e do Olympe, no Rio de Janeiro.


Segundo Despirite, o Cozinha Bossa Nova é divulgado exclusivamente pelo Twitter e a fórmula tem dado resultado. “O jantar com o Thomas Troigros [no último dia 20 de julho] lotou, foi impressionante.”
E não é só pelo jantar a quatro mãos que os twitteiros têm ido ao Marcel. “Tem vindo cada vez mais cliente”, diz o chef, que conta que já colocou no microblog informações sobre um produto que comprou e ouviu de um comensal: “Quero provar aquele peixe que você escreveu no Twitter que comprou”.


Chefs de São Paulo que estão no Twitter:

- Andrea Kauffman, da AK Delicatessen (@ankauf)
- Benny Novak, de Ici Bistrô, Tappo Trattoria e 210 Diner (@BennyNovak)
- Carlos Bertolazzi, do Zena Caffè e do Bufê C.U.C.I.N.A (@CaBertolazzi)
- Fabio Barbosa, do La Mar (@barbosafabiop)
- Larissa Aguiar, do Domitila (@larissadomitila)
- Raphael Despirite, do Marcel (@rdespirite)
- Rodrigo Oliveira, do Mocotó (@RodrigoMocoto)

Restaurantes e bares da cidade que estão no Twitter:


- Amici (@AmiciRestaurant)
- Bar Astor (@astor_bar)
- Babbili (@Babbili_Pizza)
- Bleecker Shows (@BleeckerShows)
- BottaGallo (@BottaGallo)
- Chez Nohad (@cheznohad)
- Coffee Lab (@Coffee_Lab_Br)
- Enoteca Fasano (@enotecafasano)
- The Fifties (@THEFIFTIESTB)
- Galeto's (@redegaletos)
- Izakaya Issa (@izakaya_issa)
- Johnny Pepper (@johnniepepper)
- Kanji Sushi (@kanjisushi)
- Killa (@KILLANovoandino)
- La Mar (@LaMarSP)
- La Vie En Douce (@LaVieEnDouce)
- Lanchonete da Cidade (@_lanchonete)
- Le French Bazar (@lefrenchbazar)
- Le Vin (@levin_bistro)
- Melograno (@melogranof)
- Nou (@nourestaurante)
- Pandoro (@PandoroOficial)
- Paris 6 (@paris_6)
- PAO (@padariaorganica)
- PJ Clarke's (@pjclarkesbrasil)
- Roux Bistrô (@RouxBistro)
- Sal Gastronomia (@salgastronomia)
- Serafina (@SerafinaSP)
- Wall Street Bar (@Wall_Street_Bar)
- Valentina (@RestValentina)


Chefs de outras cidades que estão no Twitter:
- Claude Troisgros, de Olympe, do 66 Bistrô e do CT Brasserie, no Rio de Janeiro (@C_Troisgros)
- Joca Pontes, do Ponte Nova, em Recife (@jocapontes )
- Thomas Troigros, de 66 Bistrô e do Olympe, no Rio de Janeiro (@ttroisgros)
- Roberta Sudbrack, do Roberta Sudbrack, no Rio de Janeiro (@RobertaSudbrack)


Chefs de fora do país que estão no Twitter:
- Gastón Acurio (@gaston_acurio)
- Gordon Ramsay (@GordonRamsay01)
- Jamie Oliver (@jamie_oliver)

Fonte: Veja São Paulo

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