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sexta-feira, 29 de outubro de 2010

Lanche Pré-Pago

Pagar a conta do restaurante primeiro e consumir depois... Parece estranho, mas está dando certo. Lançado pela e-Safetransfer em 2006, o cartão de fidelidade pré-pago já foi adotado pela Pizza Hut e pelas cantinas de dez escolas particulares de São Paulo

por Flávia Pinho 
 


“Já produzia cartões bancários com chip e investi R$ 2 milhões na adaptação dos softwares para criar os smart cards pré-pagos de alimentação. Eu frequentava o mesmo restaurante e sempre perdia muito tempo pagando a conta e pedindo a nota fiscal. Pensei: ‘E se eu pagasse de uma vez só, pelo mês inteiro, e pegasse só uma nota?’. Achei que muitas outras pessoas gostariam disso também. É o mesmo conceito usado na telefonia celular: o cliente faz um depósito e vai usando os créditos. 

Desde 2006, emitimos 50 mil cartões e 150 mil máquinas leitoras para todo o Brasil. As respostas são muito positivas: o tíquete médio desses clientes é 23% mais alto do que o tíquete médio de quem não usa o cartão. Mas, para convencê-los, é preciso oferecer vantagens. Na Pizza Hut, nosso principal cliente, quem deposita R$ 100 pode gastar R$ 110. A própria Pizza Hut arca com essa diferença. Nas escolas, a relação é de um para um, porque a vantagem é outra. 

Os alunos não manipulam dinheiro vivo e os pais controlam os gastos, acionando um dispositivo de limite. O sistema foi lançado no fim de 2009, em dez escolas, e mais de quatro mil alunos já usam. É um mercado gigante a ser explorado. Em breve estaremos no Rio Grande do Sul, em Brasília e no Paraná. Em 2010, nosso faturamento deve alcançar R$ 4 milhões. Os pré-pagos representam 20% do faturamento da empresa, mas a área cresce 60% ao ano e, em pouco tempo, será nosso principal negócio.” 

E-SAFETRANSFER

QUEM É: Neissan Monadjem, 50 anos, CEO da E-Safetransfer, formado em Arquitetura e especializado em design de produtos de TI, com sede em São Paulo.
O QUE FAZ: desde 2000, produz smart cards e leitoras para bancos. Em 2006, lançou os primeiros cartões pré-pagos para o setor de alimentação.


Fonte: Pequenas Empresas & Grandes negócios 

 
 

quinta-feira, 14 de outubro de 2010

EXPERIMENTADOR DE CHOCOLATE



Numa fábrica de doces na Inglaterra, um homem tem o trabalho que poderia ser considerado por muitos o emprego dos sonhos. Angus Kennedy, de 46 anos, é um “experimentador profissional de chocolate”. Ele tem entre suas tarefas, provar cerca de meio quilo de chocolate por dia de todas as variedades. São quase 15 horas semanais comendo diversas variações do doce. Além de experimentar tudo isto, sua missão inclui definir os sabores e dizer para a empresa o que tem potencial para o consumidor ou não. É muita responsabilidade. E o currículo a gente manda pra onde?

Fonte: Marketing na Cozinha

Os 10 restaurantes mais luxuosos do mundo




Ao irmos a um restaurante chique pedimos um drink de entrada certo?que tal pedir um que custa 55.000 dólares?Pois é o drink é composto por um anel de diamantes no lugar da azeitona , criatividade não? Então se você estiver pensando em pedir sua namorada em casamento, é só ir ao bar Harvey Nichols , na Inglaterra, e pedir discretamente pelo drink Jay malik e matar sua namorada do coração.

O restaurante também oferece um cofre repleto de anéis ára você escolher um modelo que apareça mais com a cara de quem irá ganhar e ainda , a bebida vai acompanhada por seguranças.

Se você achou caro à bebida imagine esse restaurante, ele fica na Itália e só para se sentar você paga uma taxa de 620 dólares . O restaurante é visto como o mais antigo da Itália , fundado em 1696, possui uma arquitetura maravilhosa e um requinte estonteante.Para quem está a fim de ir em Xangai e conhecer o lugar ,não precisa andar muito é só entrar em um restaurante com uma paisagem panorâmica do lugar, para comer lá é só desembolsar 630 dólares e admirar ainda os lustres de cristais.

Em Tóquio existe uma churrascaria VIP,lá só entra quem foi convidado.Os pratos variam de preço, e inicial de 1000 dólares ( um bife com molho de mostarda), imagine se você pedir uma picanha então ? Veja a lista dos restaurantes mais luxuosos do mundo.


1-Restaurante ARAGAWA(Tóquio)

2-Alain Ducasse au Plaza Athénée(Paris)

3-Gordon Ramsay( Londres)

4-Acquarello (Munique)

5-Alberto Ciarla(Roma)

6-Sushi Kaji (Toronto)

7-Queue de Cheval Steak House(Canadá)

8-EL Amparo (Madri)

9-Whampoa Club(Xangai)

10-Boeucc(Milão)

 
Fonte: Alameda Virtual

sexta-feira, 8 de outubro de 2010

Conquistando o sucesso


Em meu livro “Conquistando o Sucesso” fiz questão de responder às dúvidas mais comuns que as pessoas têm sobre sucesso, superação, obstinação e alta performance. Contei fatos que muitos desconhecem, como os bastidores de momentos marcantes que o Brasil viveu comigo e que eu vivi pelo Brasil, e desmistifiquei coisas como o fato de eu possuir a tal “mão santa”.


Os aspectos fundamentais das minhas conquistas residem em dois fatos:

1 - Escolhi ser um vencedor.

2 - Tive ao meu lado pessoas maravilhosas que compreenderam o fato número um.

Minha esposa Cristina (estamos juntos a 34 anos) e meus filhos Felipe e Stephanie estiveram do meu lado sempre, em todas as situações, sobretudo nas horas difíceis, de pressão enorme para vencer a todo o custo, principalmente na Europa. A eles devo a minha serenidade, meu tempo disponível para treinar mais que todos e, sobretudo, a paz e a benção de poder viver para jogar basquete e jogar basquete para viver!

Minha vida foi escrita por mim, eu não nasci para o basquete como as pessoas pensam, eu decidi jogar basquete – isso fez a total diferença. Percebo que muitas pessoas apenas acham que querem, eu quis de verdade, e decidi que seria um vencedor!

Eu treinei incansavelmente para alcançar o objetivo traçado por mim. Daí você pode entender que as sequências de cestas de três pontos que eu fazia não era por possuir uma “mão santa”, mas uma mão treinada, muito treinada... Muito mais treinada do que você pode imaginar...

Nos treinos, eu era sempre o último a deixar a quadra, ficava treinando estes arremessos que estão até hoje na memória dos fãs do basquete e na dos adversários...

Existem e existiram jogadores de basquete fantásticos, mas desafio você a encontrar um jogador que treinou mais que eu. Sempre busquei e buscarei superar os meus limites, ser o melhor naquilo a que me dedico, mas claro que isso tem seu preço... Joguei inúmeras vezes com dor, muita dor, sempre digo que a dor faz parte do uniforme do atleta, até com a mão direita quebrada (a do arremesso) eu joguei, a dor era intensa, mas a bola entrava, entrava e entrava... Depois disso, fiquei com a mão engessada por vinte e cinco dias, mas não faltei a um treino sequer!

Acredito em uma vida vivida com objetivos claros, muita dedicação, obstinação e vitória, mas tudo isso pautado por valores muito sólidos dos quais jamais abri mão.


Enfim meu amigo, minha vida foi intensa e não cabe em um artigo, não cabia nem no livro (risos), mas não podia deixar de contar um pedacinho dela para você a convite do meu amigo Carlos Hilsdorf. Os outros episódios, as pessoas que me influenciaram e a quem influenciei; o dia que vencemos os americanos na casa deles, numa partida histórica e tantas outras emoções e desafios ficam para o nosso próximo encontro através do meu livro ou da sua participação em uma de minhas palestras.



Decida o que você quer ser e treine para ser o melhor!


Oscar Schmidt

Fonte: Carlos Hilsdorf

terça-feira, 5 de outubro de 2010

Empresa de sucesso - Como manter a boa produtividade

Os fundamentos de um bom negócio



Você já parou para pensar o que esporte, arte e negócios têm em comum?



Além da disciplina, garra e perseverança para se sair bem em qualquer um deles, a semelhança fundamental é a necessidade


de conhecer bem e praticar os FUNDAMENTOS!


Não importa quanto tempo você tem de prática em esportes ou em qualquer arte, nunca poderá esquecer os fundamentos. Um bom cantor terá que fazer vocalizações diárias para o resto da vida, um bom karateca terá que continuar fazendo seus Katas, assim como os jogadores de basquete, vôlei, futebol, deverão continuar a praticar diariamente os fundamentos, etc.


Os fundamentos são a base, o alicerce sobre o qual você constrói o seu sucesso. Não adianta possuir muito talento, garra e força de vontade.


Dizemos, de forma irônica, que nada é pior para uma empresa que um incompetente motivado, porque ele vai destruindo tudo o que encontra pela frente, achando que está fazendo o melhor. A incompetência desta pessoa reside na falta de conhecimento.


Não podemos ignorar os fundamentos em negócios. Ignorá-los significa matar o próprio negócio. Como este tema é muito longo, vamos dividi-lo em vários artigos sucessivos.


Trataremos hoje de quatro destes fundamentos. Dedique-se a eles; todo o tempo e carinho que você investir neles retornará em forma de lucro e prosperidade.


Fundamento número 1:

Sua maior matéria prima é o conhecimento. Informe-se, pesquise, pergunte, leia, converse com quem sabe, participe de palestras, cursos, seminários e workshops, converse com os consultores do SEBRAE. Não pare nunca de alimentar-se com novos e mais aprofundados conhecimentos. Não empreenda na ausência de informação e conhecimento. Em negócios, caminhar no escuro ou na corda bamba nunca acaba bem.


Fundamento número 2:


Planeje antes de fazer. O hábito de aprender fazendo já foi muito bom na época em que o mundo era mais lento e menos competitivo. Hoje, aprender por ensaio e erro pode custar mais que seu negócio, pode custar todas as conquistas que você fez antes de iniciar o negócio atual. Planejar reduz as margens de erro, aumenta as possibilidades de acerto e permite compreender antecipadamente (antes de gastar tempo e dinheiro) possíveis inconsistências que precisam ser corrigidas para que o negócio dê certo!


Fundamento número 3:

Você não é o cliente! Lembre-se de montar seu negócio orientado para o seu público-alvo, para os seus clientes. Não adianta você achar ótimo, maravilhoso - o que importa é o que os clientes pensam, acham e sentem a respeito! Um dos enganos mais frequentes cometidos por empreendedores iniciantes é montar o negócio baseando-se em seus gostos pessoais. Não faça isso, monte seu negócio com base em pesquisa e em conceitos que motivem seus clientes a fazerem negócios com você!


Fundamento número 4:

Seus maiores capitais são o tempo e as pessoas. O capital financeiro sozinho não serve para nada. O dinheiro deve servir às pessoas e não estas ao dinheiro. Valorize o tempo e as pessoas. Monte uma excelente equipe, procure contratar os melhores e pagar acima da média de mercado. Assim, com reconhecimento, respeito e dignidade nas relações, você manterá os melhores trabalhando com você. Mas lembre-se, não basta pagar bem as pessoas, elas precisam sentir-se valorizadas e reconhecidas moralmente. Pessoas que valem a pena jamais trabalham somente por dinheiro...


Quem esquece os fundamentos, esquece o caminho. E quem esquece o caminho, jamais chega aonde quer...


Até a continuação deste tema. Lembre-se: vencer em negócios não é apenas saber o que deve ser feito, mas fazê-lo de uma forma como ninguém mais consegue fazer. Torne-se único!




Fonte: Carlos Hilsdorf

segunda-feira, 4 de outubro de 2010

Certificação de origem é uma tendência forte e irreversível na indústria de alimentos

A certificação de matérias-primas agrícolas, como café, laranja, cana-de-açúcar e cacau, é uma das principais tendências que as empresas do setor de alimentos começam a abraçar, especialmente nos mercados de maior poder aquisitivo, como Europa e Estados Unidos.




Gigantes como Nestlé, Kraft Foods, McDonald's e Starbucks estão impondo metas para que seus fornecedores certifiquem suas matérias-primas com selos como o Rainforest Alliance, que comprova que a produção agrícola atendeu a critérios socioambientais, como a preservação de matas ciliares, uso controlado de agroquímicos e justa remuneração aos agricultores.


No Brasil, o selo Rainforest Alliance já é bastante utilizado por produtores de café, cacau e laranja. Neste mês saíram as primeiras certificações para a cana-de-açúcar, e há empresas interessadas nos padrões para a pecuária. O Instituto de Manejo e Certificação Florestal e Agrícola (Imaflora) é o responsável pela certificação no País.


Por que o setor de açúcar e etanol está buscando o selo?


As primeiras usinas a buscarem a certificação Rainforest Alliance são do Grupo Balbo, dono da marca de açúcar orgânico Native. Eles exportam grande parte da produção e muitos compradores estão exigindo o selo. Por enquanto há muita sondagem de outras usinas, mas nada concreto.


São as multinacionais que vão puxar o movimento pela certificação de produtos agrícolas?


Há uma tendência forte e irreversível na indústria de alimentos que é a exigência de certificação de origem. A Nestlé anunciou um compromisso de só comprar café com padrões de sustentabilidade para sua marca Nescafé, a partir de 2015. Isso avança também no varejo.

Fonte: Alimentação fora do Lar


terça-feira, 28 de setembro de 2010

Atitudes Vencedoras



A vida é feita de escolhas. Não podemos escolher o que a vida vai colocar à nossa frente, mas podemos escolher como reagimos ao que ela nos apresenta.

Se a situação atual é boa ou ruim, isso se deve à qualidade das escolhas que fizemos; portanto, se desejamos construir a melhor versão do futuro, precisamos melhorar a qualidade das nossas escolhas.

Para fazer isso é necessário entender que decisões são escolhas teóricas e atitudes são escolhas colocadas em prática.



Não são nossas decisões que mudam o mundo e nosso futuro, são nossas atitudes!



Há dois tipos de atitudes: as limitadoras e as vencedoras.

Atitudes limitadoras são as que restringem nossas possibilidades de sucesso e felicidade. Elas estão ligadas aos nossos medos e mecanismos de defesa. Como o ser humano não quer sofrer ele se protege, e ingenuamente, não percebe que o excesso de proteção é mais perigoso que o que ele temia.

Quem se protege demais não ousa, não inova... não vive!


Abrir mão dos nossos mecanismos de defesa consiste em compreender que corajoso não é quem não sente medo, mas quem segue em frente mesmo sentido medo. A coragem é um medo que não paralisa!


Enquanto nos defendemos, não crescemos, apenas fugimos das responsabilidades arrumando desculpas nobres para atitudes pobres. Toda atitude limitadora transforma uma dificuldade em um problema.

Precisamos eliminar nossas atitudes limitadoras, substituindo-as por atitudes vencedoras.


Atitudes Vencedoras são as que estão alinhadas com a nossa autorrealização. É através delas que nos tornamos quem nascemos para ser. São escolhas que contribuem com nosso crescimento pessoal, com a expansão de nossas possibilidades, com a plena utilização das nossas potencialidades e do nosso talento. São atitudes que nos trazem benefícios na esfera da integração do ser, tornando-o pleno, completo, realizado. Elas nos conduzem ao sucesso e resultam em especial fonte de prazer e satisfação. Atitudes vencedoras transformam dificuldades em oportunidades.


A qualidade da nossa vida pessoal e profissional depende da qualidade das nossas atitudes. O poder de transformar o mundo interior e exterior, escrevendo uma nova versão da nossa história se resume à nossa capacidade de fazer escolhas melhores, escolhas vencedoras que nos engrandecem e fortalecem.


O filósofo Aristóteles dizia: “Nós nos tornamos aquilo que repetidamente fazemos!”. Sócrates propunha: “O exercício contínuo da virtude, torna virtuoso o coração!”. Arquimedes proclamava: “Me dê um ponto fixo e uma alavanca e eu moverei o mundo!”.


A alavanca capaz de mover nosso mundo pessoal e nos colocar em sincronismo com nossas forças é exatamente a alavanca das atitudes vencedoras. Este tema é tão encantador que o estudei por mais de uma década, todos os dias, para escrever os livros “Atitudes Vencedoras” e “51 Atitudes Essenciais para vencer na Vida e na Carreira”. Nestes livros, vamos a fundo estudando cada uma das 51 atitudes essenciais e a melhor maneira de orientar nossa vida através da filosofia das atitudes vencedoras.

Seja qual for o seu momento atual, uma coisa é certa: ele é fruto das suas escolhas (atitudes) conscientes e inconscientes.

E o mais importante: o próximo momento pode ser profundamente melhor se você aprender a fazer escolhas melhores.

Nenhum ser humano deve passar pela vida sem acontecer. O autoconhecimento é a chave para podermos reorientar nossas vidas para o sucesso, a prosperidade e a felicidade.

Lembre-se sempre: sonho sem atitude é delírio!

Vença seus mecanismos de defesa conscientes e inconscientes. Viva uma vida em grande estilo, repleta de realizações memoráveis. Você possui o potencial de fazer as coisas acontecerem. Transforme este potencial em realidade, dedique-se a desenvolver Atitudes Vencedoras.

Fonte: Carlos Hilsdorf

segunda-feira, 27 de setembro de 2010

Som ambiente e Música em Restaurantes

Restaurantes em que o silêncio dá lugar para a música, o ambiente pode-se tornar muito mais agradável. Lembrando que a música, como a comida do restaurante, pode agradar a uns e não a outros, logo a seleção deve ser criteriosa. Por isso hoje, nós da Mundomax, criamos mais um artigo da série “Som Ambiente”, dando agora uma mãozinha para os donos, gerentes e os futuros proprietários de restaurantes, para implementarem um “sonzinho” no ambiente.



Assim como os quadros nas paredes, a decoração das mesas e a pose dos garçons, a música também pode dizer algo sobre o seu restaurante, sobre a comida, sobre o cheff e inclusive sobre sobre o proprietário. Não é toa que o som ambiente de restaurantes ser preenchido por música, é uma tendência mundial.

E mais do que uma tendência, nos EUA é uma febre. Para você ter uma idéia, alguns restaurantes de lá, os mais populares é claro, colocam nas últimas páginas do menu, a playlist de músicas disponíveis no restaurante. Aí quando o cliente vai pedir o frango assado, já pede para o garçom anotar a música escolhida para tocar ali na hora.

 
Tá difícil de selecionar o público do seu restaurante? Coloque uma música que de um modo geral esteja de acordo com os clientes que você quer atrair. Por exemplo, para um restaurante requintado, além de quadros nas paredes com pinturas clássicas e uma boa carta de vinhos, pode ter certeza que, um jazz, uma bossa nova e principalmente música clássica e erudita podem fazer toda a diferença. Além de relaxar os cliente, o som de um piano, pode facilmente manter seu cliente mais tempo no interior do restaurante. E que proprietário de Restaurante não quer que seu cliente saia dizendo para todo mundo ouvir: “Que restaurante de bom gosto”.




Como começo o Som Ambiente do meu Restaurante

Primeiro de tudo, precisamos definir o “estilo” do restaurante e aí sim: da música.

Caso 1: É um restaurante onde o objetivo principal é criar um ambiente propício à conversa, ao relacionamento entre pessoas. Geralmente não tem TV, e o público costuma falar mais baixo…

Solução: um sistema básico de sonorização de ambiente é suficiente. Neste caso, a sonorização é apenas para “completar” o clima. Pequenas e discretas caixas ou arandelas com poucos Watts de potência, resolvem isso para você. Cuidado apenas com estilo musical, tem que estar no Jazz, MPB, etc, nada de muito agito.


Caso 2: Restaurante que funciona à noite, e que em dia de jogo na TV o pessoal se reúne lá para assistir ao futebol, normalmente churrascarias ou Restaurantes/Lanchonetes. Lugares em que normalmente o pessoal do trabalho se reúne para jantar e tomar uma cerveja. O maior problema aqui é que mesmo no momento em que a maioria dos clientes estão jantando o movimento é intenso.

Solução: Precisamos aqui de um sistema misto: Um bom som ambiente, com mais potência e qualidade de equipamento que o caso anterior e algumas TVs espalhadas pelo ambiente, podem resolver o problema. A potência está diretamente relacionada ao nível de barulho que o pessoal faz.


Se o ambiente do restaurante for “pequeno”, pode-se muito bem utilizar o equipamento de som ambiente tanto para o áudio da TV quanto para a música. O segredo está na hora de mescla. Na quarta-feira a noite, durante o jogo de futebol na TV, o ideal é desligar a música e deixar que a narração do jogo tome conta do ambiente. Enquanto, durante a novela das 7h, a TV pode até ficar ligada, mas sem áudio, e nesse momento sua playlist de músicas bombam no ambiente.



Mas se o ambiente for demasiado grande, você pode setorizar o som ambiente. Deixe as televisões em um ambiente específico do restaurante, em um andar diferente, ou divida o restaurante em dois ambientes. Por exemplo, o da esquerda você deixa as televisões, se precisar, pode inclusive instalar caixas de som para reforçar o áudio da TV, e enquanto no ambiente da direita, você instala um forte equipamento de Som Ambiente e deixa a música rolando.


Neste caso, como o ambiente está propício a pessoas mais jovens e famílias. A música selecionada também pode ser mais agitada, um pop rock e músicas do momento, provavelmente vão agradar a maioria das pessoas. Mas lembre-se: “Som ambiente é aquele em que você pode escutar 8 horas direto e sair sem dores de cabeça”, ou seja, tenha “juízo” no volume.




Caso 3: Mas se o seu restaurante é do tipo requintado, diríamos: “chique”, bem, aqui um bom projeto de sonorização é quase regra. Neste caso, como o restaurante é mais silencioso, ninguém merece os sons da “bateção” de garfos e vozes sussurradas.

Solução: Uma música calma, baixa, com instrumentos como piano, saxofone, violinos… além de preencher o silêncio insuportável do restaurante, vão dar um ar de “cult” ao seu lugar. O som aqui, não precisa ser potente, mas precisa ter alta qualidade sonora, o mais “clean” possível. Dica: procure equipamentos da marca Hayonik, a qualidade sonora é ponto forte da marca.

Caso 4: Apesar de todos os benefícios que se pode obter com a música, vale salientar aqui, que nem todos os restaurantes podem ter música. Um bom exemplo são os restaurantes diurnos, tipo self-service, onde o público se restringe a trabalhadores e estudantes em seus horários de almoço. Neste caso, TVs com bons sistemas de som, ligadas no noticiário ou no esporte, são mais aceitas.

Bem, agora que você já sabe que tipo de Som Ambiente ter em seu restaurante, vamos a prática. Confira o artigo: Como sonorizar meu Restaurante. E não esqueça de conferir todas as soluções de som ambiente que nossa loja virtual possui.

Fonte: Gestão de Restaurantes

quinta-feira, 16 de setembro de 2010

Ainda é possível vencer sozinho?



Quanto mais estudamos a história dos negócios, mais percebemos que a imagem daquele indivíduo que venceu “sozinho” vai desaparecendo. Por “sozinho”, não devemos entender que ninguém ajudou ou colaborou com as realizações deste empreendedor dos tempos passados. Claro que ele recebeu a colaboração de várias pessoas. Mas o fato é que cabia a ele uma parte relativamente maior em todo o processo que nos dias atuais, porque no passado, o volume de informações necessárias para ousar em negócios era infinitamente menor que nos tempos atuais. As colaborações recebidas facilitavam o êxito. Mas agora, a colaboração é condição indispensável ao sucesso.

Hoje, na sociedade da hiperinformação, nenhum de nós dá conta de possuir o conhecimento e todas as informações relevantes sobre as diferentes áreas que compõem o sucesso nos negócios. Precisamos estabelecer parcerias, utilizar consultorias, integrar uma rede de relacionamentos de qualidade, participar em palestras, seminários, feiras, e de muita leitura.

Quais são suas parcerias? Qual a qualidade delas?

Com quais consultorias você mantém contato? Qual a frequência deste contato?

Como anda a sua rede de relacionamentos? Eles são realmente significativos?

De quais eventos você tem participado?

O quê e quanto você tem lido? De o­nde vem a indicação do que vale a pena ler?

O empreendedorismo do passado era baseado mais no esforço e persistência que no conhecimento. Hoje, o empreendedorismo de oportunidade ou empreendedorismo de negócios (baseado em conhecimento, parcerias, etc) supera o empreendedorismo por necessidade e, consequentemente, requer um volume de conhecimento muito maior.

No mundo do empreendedorismo de negócios, a garra, a persistência, a determinação e a obstinação pelo sucesso continuam sendo essenciais, mas não triunfarão na ausência de conhecimento relevante, do trabalho em equipe, e redes de relacionamento de extrema qualidade. Hoje, não se vence mais “sozinho”. A figura do empreendedor continua com seu destaque à frente das iniciativas, desenhando o futuro, mas precisará de outras pessoas para ajudá-lo a colorir este desenho, agregar valor e torná-lo desejado e valorizado pelo mercado. Não existe pintor de sucesso sem marchant, não é verdade?

Dedique-se mais a conhecer pessoas com expertise em áreas afins e diferentes da sua, estabeleça parcerias ganha-ganha, construa uma rede de relacionamentos não triviais, mas baseada em valores e conhecimento relevante para a vida e os negócios, e descubra quem pode ser seu mentor sobre as obras que você não pode deixar de ler em sua constante atualização para o sucesso.
Sucesso é esporte coletivo!

Até mesmo o genial Oscar Schmidt, orgulho da nação e meu particular amigo, precisava de uma equipe bem formada para que seu talento pudesse brilhar ainda mais nas quadras. Oscar era o empreendedor do time, ele liderava as pessoas para darem o máximo de si em favor da vitória. Ele não se contentava com o que sabia, buscava conhecimento incessantemente; suas cestas de três pontos foram fruto de milhares de horas aperfeiçoando seu arremesso. Ele defende que talento é balela, o que vale é a preparação. Quem você acha que mais motivava a equipe para treinar mais e estar mais bem preparada até para um amistoso? Ele!

Você tem feito isso com sua equipe?

Você tem se preparado com obstinação para vencer?

Você é a pessoa que mais se dedica? A que chega mais cedo e sai por último?

Você é a pessoa mais obstinada em obter conhecimento?

Se vê respondeu sim a estas perguntas está no caminho certo para escrever seu nome na história dos negócios, assim como o Oscar escreveu o dele na história mundial do basquete.

Inspire-se no legado do Oscar Schmidt, mostre ao mundo o que você é capaz de fazer!
Lembre-se: No mundo dos negócios, as regras do jogo mudam constantemente. Para caminhar para trás basta ficar parado...

Mova-se em direção ao seu objetivo. Faça isso agora!


Carlos Hilsdorf

quarta-feira, 15 de setembro de 2010

Como atender bem o cliente

Boa vontade X Qualidade
Como a boa vontade pode ajudar no atendimento.




Em uma certa noite, recebi um convite para fazer companhia a algumas pessoas que estavam em um restaurante e resolvi aceitar. Ao chegar no local
me deparei com um amplo salão, ambiente claro, um cardápio diversificado e para completar, música ao vivo com "voz e violão".

Quando me sentei à mesa de amigos, pedi uma pizza portuguesa, afinal, todos comiam rodízio, mas uma pizza para mim seria o suficiente. Enquanto esperava meu pedido chegar, em um prato as pessoas colocavam pedaços de pizza do rodízio, que não quiseram comer, um acúmulo de "rejeitados".

Eu vendo as pessoas comerem, com a fome que foi se chegando e a demora do meu pedido, acabei provando um pedaço e cometendo um erro gravíssimo. O gerente que de longe me observava, mandou a garçonete que servia o rodizio me alertar que eu não poderia comer daqueles pedaços, pois não tinha optado pelo rodízio.

Então, seguindo essa lógica (do gerente), seria melhor por as sobras no lixo do que fazer duas simples perguntas: O senhor gostou? Gostaria de optar por rodízio também?

Enquanto grandes companhias gastam alguns milhões de dólares em treinamentos para melhora da qualidade, padronização do atendimento, melhoria de processos, pequenas empresas podem começar pensando em um item mais simples: Boa vontade!

Normalmente as pequenas empresas não dispõem de verba para treinamentos e acabam formando seus profissionais na lida diária e é neste ponto que mora o perigo.

Quando contratamos um profissional, nos baseamos no perfil que ele possui ou diz possuir, no currículo, referências, mas quando ele começa a viver o dia-a-dia da empresa pode absorver os maus hábitos dos colegas ou assumir atitudes da própria empresa.

É importante que este profissional receba atenção na sua chegada, para que sua adaptação se dê da melhor forma possível e nas reuniões as posturas da equipe sejam avaliadas e se necessário, modificá-las.

Desta maneira, podemos dizer que a boa vontade de avaliar com frequência nossa forma de atender ao cliente pode nos ajudar a crescer em qualidade de atendimento, pode nos fazer modificar processos, ou seja, aprender com erros e mais importante, com os acertos.

Comece hoje a pensar em reunir sua equipe e avaliar os procedimentos de atendimento, tratamento ao cliente. Tente saber se há reclamações sobre as regras estabelecidas, se estas reclamações fazem sentido e desenvolva maneiras de contorná-las de maneira a satisfazer ao cliente.

Lembre-se que a melhor propaganda, seu melhor vendedor é um cliente satisfeito. Pense nisso!

Fonte: Portal Administradores


terça-feira, 14 de setembro de 2010

Nova classe B deve consumir R$ 1 trilhão neste ano

Consumo de grupo com renda média de R$ 2.950 e R$ 5.350 deve crescer 30%; segmento é mais forte em Sudeste e Sul

Itens “não básicos”, como carros, viagens e refeições fora de casa, detêm parte maior no orçamento das famílias

Após o boom de consumo da classe C, o Brasil vive uma forte expansão das compras da classe B -é o que mostra estudo da consultoria IPC Marketing.


Segundo o levantamento, feito a partir de dados do IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística), o potencial de consumo das classes B2 e B1 (renda média familiar de R$ 2.950 a R$ 5.350, respectivamente) soma, neste ano, R$ 970 bilhões, 30% mais do que em 2009.

Em relação à população total, o potencial de compras também cresceu, mas em ritmo menor. De 2009 para 2010 passou de R$ 1,8 trilhão para R$ 2,2 trilhões -expansão de 22%.

“Está ocorrendo uma segunda migração. Após o crescimento da classe C (renda média familiar de R$ 1.100 a R$ 1.650), agora pessoas desse grupo estão entrando na classe B2 (renda média de R$ 2.950)”, afirma Marcos Pazzini, diretor da IPC.


“NÃO BÁSICOS”
O estudo mostra que, com o aumento da renda, gastos com itens “não básicos” ganham peso no orçamento doméstico neste ano.
Entre esses itens estão veículos, alimentação fora de casa, viagens e mesmo saúde (inclui planos e consultas médicas particulares).

“Com mais mulheres no mercado de trabalho e expansão dos gastos com lazer, cresce o número de refeições em restaurantes”, observa Pazzini.

“Em relação à saúde, o envelhecimento da população também contribui para o consumo maior”, completa.

Já os itens de consumo que são considerados básicos devem agregar uma parte menor da renda das famílias, aponta a consultoria IPC.

O percentual de despesas com transporte urbano, vestuário, refeições em casa e manutenção do lar deve cair neste ano.

Ainda segundo a consultoria, os gastos com higiene devem permanecer estáveis.


NORDESTE
A IPC destaca também que, justamente por causa da migração dos consumidores da classe C para a B, a participação do Nordeste no potencial de consumo total do país diminuiu de 18,8% (em 2009) para 17,7% neste ano.

Mesmo assim, a região continua sendo o segundo maior mercado consumidor do Brasil, atrás apenas do Sudeste.

Por outro lado, houve aumento do potencial nas regiões Sudeste (de 51,4% para 52,7%) e Sul (16,3% para 16,5%).

“Como a renda no Sul e no Sudeste é maior, essa mudança de classe dos consumidores ocorre primeiro nessas regiões. Em dois anos, devemos perceber esse movimento no Nordeste”, analisa.


DESAFIO
Reynaldo Saad, sócio e responsável pela área de varejo da consultoria Deloitte, ressalta que, com o crescimento “consumado” do poder de compra da população, o desafio das empresas, agora, é fidelizar o consumidor.

“É preciso que as companhias entendam que o pós-venda [atendimento ao cliente em caso de problemas com o produto ou serviço, por exemplo] é essencial, assim como a inovação”, diz.
“Só assim as companhias irão se diferenciar em meio à concorrência”, completa.
 
 
Fonte: Folha.com

quinta-feira, 9 de setembro de 2010

Você está preparado para ser um chef de cozinha?



O mercado gastronômico está em alta e a tendência por uma maior demanda por profissionais na área já é realidade. Mas será que as pessoas que visam entrar neste mercado para trabalhar como chefs de cozinha sabem o que realmente os aguarda?

Muitas das pessoas que buscam entrar neste mercado vislumbram a possibilidade de se tornarem chefs de cozinha, ganhar um salário pomposo e o status de chef renomado. O caminho para atingir este sonho é árduo e começa do outro lado da panela. Quando digo o outro lado da panela estou me referindo ao lado onde o fogo esquenta e a sujeira agarra. É assim que começa a vida de um chef, por muitas vezes trabalhando apenas como ajudante lavando panelas impregnadas de gordura, mas cheias de sonhos.

Noto que nos cursos de gastronomia, muitos alunos acreditam que assim que concluírem a escola já trabalharão como Chefs de cozinha. Mas a realidade é completamente diferente. A formação de um chef de cozinha não se dá somente na sala de aula, ou melhor, na cozinha da escola de gastronomia.


O status de chef se conquista com a experiência e é preciso fazer um pouco de tudo dentro da cozinha para um dia chegar a tal, desde lavar panelas até preparar os pratos, afinal se você se tornar um chef de cozinha é porque terá a capacidade de comandar uma equipe e para comandar é preciso saber fazer de tudo.


O importante é que se dediquem e façam estágios em vários estabelecimentos. A experiência de passar por várias cozinhas é importante, pois cada uma tem sua dinâmica de trabalho, um tipo de culinária e pessoas diferentes. Com esta experiência na bagagem com certeza os caminhos para se tornar um novo chef virão e juntamente com a conquista novas responsabilidades.

É importante ressaltar que um chef não se dá ao luxo de somente degustar os pratos deliciosos feitos na cozinha, mas também devem estar preparados para gerenciar a cozinha como um todo e isto inclui avaliar os custos dos pratos, matérias-primas, gerenciar sua brigada de trabalho, conflitos, propor soluções inovadoras, desenvolver nos pratos, entre várias outras funções. E então eu termino esta matéria com a mesma pergunta que fiz no início. Você está preparado para ser um chef de cozinha?


Fonte: Gestão de Restaurantes

sexta-feira, 3 de setembro de 2010

3G Capital acerta compra do Burger King por US$ 4 bilhões

Fundo que tem entre os sócios Jorge Paulo Lemann, Carlos Alberto Sicupira e Marcel Telles irá pagar o equivalente a US$ 24 por ação



O Burger King, segunda maior rede de fast-food dos Estados Unidos, firmou acordo para ser vendido para a 3G Capital Management por US$ 24 por ação, ou cerca de US$ 4 bilhões, incluindo a dívida da empresa.


A 3G Capital tem entre os sócios os brasileiros Jorge Paulo Lemann, Carlos Alberto Sicupira e Marcel Telles, que estão entre os principais acionistas da AB InBev, maior cervejaria do mundo e que controla a AmBev.

Segundo o "Wall Street Journal", o Burger King pode solicitar ofertas melhores em meados de outubro. Bancos devem financiar cerca de US$ 2,8 bilhões da operação. No dia 31 de agosto, um dia antes do WSJ noticiar que a empresa estaria à venda, as ações da companhia fecharam a US$ 16,45. O acordo representaria um prêmio de 46% sobre o preço da ação do Burger King antes da notícia do acordo surgir na quarta-feira.


A transação deve ser fechada no último trimestre deste ano.


TPG Capital LP, Goldman Sachs Capital Partners e Bain Capital Investors possuem conjuntamente cerca de 31% das ações do Burger King e colocaram seus papéis à disposição da oferta, que deve começar em 17 de setembro.

É a segunda vez em oito anos que a companhia se torna privada. Para a 3G, esta é a oportunidade de reverter os resultados do Burger King, aproveitando sua experiência nos investimentos em cerveja e varejo.

"Temos grande respeito pela marca Burger King e o grande negócio que sua diretoria, funcionários e os franqueados construíram", afirma Alexandre Behring, um dos sócios da 3G em comunicado. "A marca icônica Burger King, sua sólida rede de franquias e grande oferta de produtos fazem o tornam perfeito para a 3G Capital, que tem um forte histórico em investimentos de longo prazo em marcas de consumo globais e companhias de varejo."

Segundo o "New York Times", o presidente do Burger King, John Chidsey, deve manter seu cargo até o fechamento do negócio. Depois disso, Behring assumirá o posto de presidente-adjunto, ao lado de Chidsey.

O Burger King vem perdendo espaço para o McDonald's e outros concorrentes do setor de fast-food, uma vez que sua base principal de consumidores foi mais afetada pelas taxas altas de desemprego nos EUA.

Na semana passada, a empresa previu demanda fraca durante seu novo ano fiscal devido ao ritmo menor de recuperação econômica nos Estados Unidos e a programas de austeridade fiscal de governos em diversos países da Europa.

Analistas afirmaram que era um momento oportuno para a empresa fechar seu capital, quatro anos depois que o Burger King abriu seu capital com uma oferta a um preço de US$ 17 por ação.
Às 11h49 (horário de Brasília), as ações do Burger King negociadas em Nova York avançavam mais de 24%, para US$ 23,41, depois de terem subido perto de 15% na véspera.

Para esta negociação, o Burger King contou com a assessoria dos bancos Morgan Stanley e Goldman Sachs e dos escritórios de advocacia Skadden, Arps, Slate, Meagher & Flom e Holland & Knight. A 3G capital foi assessorada por Lazard, JPMorgan Chase, Barclays Capital e pelo escritório Kirkland & Ellis.


Fonte: Época Negócios

quinta-feira, 2 de setembro de 2010

Você sabe quantas pessoas entraram na sua loja ontem?




A quase a totalidade dos gestores sabe somente quantas vendas foram realizadas, não tem a menor idéia de quantas pessoas entraram em sua loja. Em negócios de rede com filiais ou franquias a realidade de gestores que tem acesso a esta informação é menor ainda.

Hoje gostaria de falar novamente um pouco mais sobre gestão,  Gestão do Atendimento.
O conceito de Gestão do Atendimento busca mostrar ao empresário o quanto é importante elevar o atendimento a qualidade de um indicador da gestão.

A maioria dos negócios, e me parece que as micros e pequenas empresas mais ainda, tem uma política de gestão voltada somente para o caixa.

Quando o fluxo de caixa apresenta algum tipo de problema é que se voltam as atenções para  o resto. No entanto, com problemas no caixa muitas vezes não tem mais dinheiro para pagar um treinamento para os funcionários, fazer uma reforma ou pintar a loja ou até para comprar novos uniformes. Enfim, só que os problemas não aparecem por acaso, são decorrentes de uma série de ações ou da falta de ações ao longo de certo período.

Quando fiz a pergunta inicial sobre se você sabe quantas pessoas entraram em sua loja ontem, é justamente para a gente começar a tratar o atendimento como um indicador da gestão, ação  fundamental para que qualquer negócio se mantenha forte.

Se você não sabe quantas pessoas entraram na sua loja ontem, como vai calcular a taxa de conversão de seus vendedores. Se você não sabe quantas pessoas entraram na sua loja ontem, como vai saber se as estratégias de propaganda e marketing estão de fato atraindo clientes para seu negócio. Se você não sabe quantas pessoas entraram em sua loja ontem, como vai cobrar mais ou menos dos seus vendedores frente ao faturamento do dia.

Se você não sabe quantas pessoas entraram na sua loja ontem, como saber qual a origem das pessoas que entraram em sua empresa.

Quase a totalidade das empresas controla o que faturou, controlam o que entrou no caixa, só que o que entrou no caixa é passado, já aconteceu.
Indicadores de gestão do atendimento mostram muito mais informações sobre o negócio do que o fluxo de caixa.
Às vezes estamos cobrando de nossos vendedores um número de faturamento que não está compatível com o fluxo da loja. Por outro lado, podemos estar cobrando menos do que deveríamos porque entregamos para os nossos vendedores um fluxo tal que se tivesse uma taxa de conversão descente os resultados da empresa seriam muito melhores.

A tecnologia e alguns controles simples permitem a um custo muito baixo, mais muito baixo mesmo, que qualquer empresa controle o número de clientes que entram em sua loja. A partir disso várias opções de atitudes poderão ser implementadas.

Experimente saber quantas pessoas estão entrando em sua loja todos os dias.
Só o fato de você saber disso já vai fazer com que você tenha idéias para melhorar o rendimento do seu negócio.

Pense nisso.


Claiton Pacheco

Fonte: Portal Franchising

Obs: Imagem retirada da Internet

quarta-feira, 1 de setembro de 2010

Para crescer, empresas precisam investir na classe C

E há um consenso no mercado de que, por conta disso, é necessário conhecer os desejos e o comportamento desse público. 

Diferentemente dos mais ricos, por exemplo, os consumidores da chamada nova classe média veem nos produtos que pretendem consumir um troféu a ser conquistado. A afirmação foi feita por Michel Klein, presidente da Casas Bahia, durante sua participação no Fórum de Marketing Empresarial, promovido semana passada pela empresa de comunicação Doria Associados e pela Editora Referência.

Enquanto para a classe B ter uma TV de plasma é algo normal, para o público com menor poder aquisitivo representa uma ascensão social. Klein lembra ainda que esses consumidores costumam ser bons pagadores. Nas lojas da Casas Bahia, o índice de inadimplência dos carnês é menos de 8%.

A consolidação da importância da classe C no consumo nacional pode ser observada na mudança de estratégia de algumas empresas de fora do setor varejista. Um exemplo é a montadora Fiat, com o lançamento da nova versão do Uno. "Fizemos isso justamente para atender aos anseios do público emergente", explica Cledorvino Belini, presidente da Fiat. O novo modelo foi renovado com auxílio de consumidores porque, segundo Belini, a classe C é muito mais exigente e informada. Por conta disso, esses consumidores são pouco fiéis à marca. A nova versão do Uno já vendeu 2,7 milhões de unidades no Brasil. No entanto, Ivan Zurita, presidente da Nestlé Brasil, acrescenta que adaptar os produtos não basta, é preciso fazer isso com muita rapidez devido ao aumento da concorrência.

Fonte: IstoÉ

segunda-feira, 30 de agosto de 2010

Vinho fino em embalagem Tetra Pak chega às gôndolas em setembro

Enquanto na Argentina as embalagens cartonadas já representam 45% da produção total de vinhos, no Brasil, a novidade só vai chegar em setembro.



Fornecida pela vinícola Wine Park, a marca Onorabile é formada por dois vinhos bi-varietais: Cabernet Sauvignon e Merlot (tinto) e Chardonnay e Riesling (branco). Inicialmente serão disponibilizados no mercado 35 mil unidades de um litro cada.

A embalagem cartonada asséptica da Tetra Pak dispensa proteção a luminosidade, além de não correr o risco de quebra. A inovação também trará economia, por conta da redução do peso e da dimensão da embalagem.

Com a promessa de unir qualidade a um preço acessível, o produto tem como proposta mudar a crença do brasileiro de que a bebida nacional acaba custando caro se comparada à qualidade percebida de um vinho importado de valor semelhante. Além disso, o Onorabile recebeu o selo FSC (Forest Stewardshio Council), o que significa que o processo de produção segue o padrão de gerenciamento responsável das florestas e de rastreabilidade do material utilizado.

Fonte: Portal Alimentação Fora do Lar

Linha de crédito do FAT já está disponível para bares e restaurantes

Bares e restaurantes já podem se beneficiar da linha de crédito especial do Fundo de Amparo ao Trabalhador (FAT), disponibilizada desde o dia 03 de agosto aos empresários, pelo Banco do Brasil.



A linha de crédito especial FAT Giro Setorial – Bares e Restaurantes conta com R$ 200 milhões para aplicação em 2010 e foi liberada em atendimento a uma solicitação da Associação Brasileira de Bares e Restaurantes (Abrasel) junto ao Ministério do Turismo (MTur). Os recursos estarão disponíveis para empréstimo até o dia 31 de dezembro de 2010, quando termina o prazo de vigência da linha de financiamento.

O objetivo é financiar capital de giro para micro e pequenas empresas do setor de restaurantes, estabelecimentos de serviços de alimentação e bebidas, com faturamento bruto anual até R$ 5 milhões e que estejam devidamente inscritas no Sistema de Cadastro de Pessoas Físicas e Jurídicas (Cadastur) do MTur. O cadastro deve ser feito no site http://www.cadastur.turismo.gov.br.

O pagamento pode ser realizado até 24 meses, incluída carência até cinco meses, com limite até R$ 100 mil por empresa. A linha possui como grande diferencial a taxa de juros, uma das menores do mercado, 6% ao ano.

Documentação a exigida:

* Certidões Negativas do INSS e CRD FGTS

* Certidão Negativa de Débitos Relativa a Tributos e Contribuições Federais e à Dívida Ativa da União.

Fonte: Comunicação Abrasel

quinta-feira, 26 de agosto de 2010

O TAMANHO DE UM SONHO


O tamanho de um projeto de uma nova casa é sempre proporcional ao sonho de quem o sonhou. Parece lógico isso, mas nem sempre é.  Iniciar um restaurante ou outro projeto de alimentação requer uma série de contas, ticket médio, faturamento

médio, custos fixos, custos variáveis, payback, mas a mais importante delas é o valor total do investimento.
O tamanho de uma nova casa, seja em relação à estrutura, seja pela suntuosidade da decoração, vai depender diretamente do valor investido no projeto. Falar assim parece simples e obvio, mas normalmente essa conta não fecha. Qualquer pessoa que já iniciou um projeto, e isso pode ser sentido desde uma reforma em casa, sabe que as estimativas sempre são superadas, os imprevistos costumam aparecer de onde não esperamos (ou não seriam imprevistos) e aumentar o custo do projeto. 

Tive um caso de um cliente que tinha um valor não muito alto pra investir e ele não entendia quando eu falava, repetidas vezes, que o projeto que ele imaginava seria impossível. Levei-o passear em uma loja de móveis do padrão que ele me passava,
conclusão: o que ele queria de cadeiras e mesas para o salão custaria 60 % de todo o montante que ele imaginava investir. 

Dois outros detalhes que não podem ser esquecidos antes de uma abertura são a primeira compra e o capital de giro. Vale lembrar que boa parte dos pagamentos recebidos são feitos via cartão de crédito, e a casa não receberá nenhum centavo dessa fonte antes de 40 dias, portanto a provisão deve ser para um período até um
pouco maior do que esse. 

E a primeira compra, vale aqui lembrar mais um caso. Tive um cliente que gostaria de uma carta de vinhos vasta, realmente muito maior do que eu indicaria, mas na hora de comprar tudo o que tinha imaginado, recebeu um primeiro orçamento que foi
acompanhado de um susto. Ele teve então a idéia de comprar somente uma garrafa de cada para poder manter uma grande carta, nesse ponto eu perguntei pra ele o que ele faria quando o segundo cliente quisesse o mesmo vinho, logo no segundo dia da casa aberta? Falar que acabou seria uma coisa muito feia. Ele gaguejou um pouco e começou a concordar comigo, diminuímos a carta, e compramos o suficiente para uns 30 dias e com o giro da casa conseguimos aumentar a carta aos
poucos. 

Às vezes é fundamental diminuirmos o projeto para torná-lo viável e mais do que isso, para que ele possa ser executado, podemos ampliar o projeto, aumentar a carta de vinhos e promover outras melhorias aos poucos, os pés no chão são fundamentais para o sucesso de uma casa, iniciar o projeto já endividado é o primeiro passo para a falência.

Fonte:  www.perfilgastronomico.com.br

quarta-feira, 25 de agosto de 2010

Investimento em TI e Finanças

Pode parecer estranho, mas é muito comum as pequenas e médias empresas investirem menos nas áreas Financeira e de TI do que deveriam. Preocupam-se muito com o aumento nas vendas e muito pouco com as informações úteis.

Sem investimentos em tecnologia, a tendência é de que a empresa perca em produtividade, em velocidade de resposta ao cliente, em entregas e, principalmente, na precisão de seus dados.

Outra área importante, a Financeira, deve ser melhorada constantemente. Deve-se buscar práticas de mercado mais modernas e elaboradas. Coisas simples como vender a um preço errado pode causar grande prejuízo.

Se o preço for maior do que deve, isso pode causar perda nas vendas. Se for menor, margem negativa. Nos dois casos, a empresa pode não conseguir pagar suas despesas fixas.

Portanto, invista tempo e melhore suas áreas de TI e Finanças. Seu caixa agradece.

Márcio Iavelberg

Fonte: ABF Portal do Franchise
Acesse: www.bgasystems.com.br e descubra o que existe de melhor em TI para bares e restaurantes.

segunda-feira, 23 de agosto de 2010

Franquias de alimentos projetam alta de 18,8%

Os franqueadores brasileiros do ramo de alimentação estão otimistas e projetam faturamento 18,8% maior em 2010. O setor também crescerá com lojas físicas e a expectativa é a de que se intensifique a busca da região Nordeste como "a nova fronteira do franchising".
 
As operações de rua, crescentes nos anos anteriores a 2009, devem perder preferência para as de shopping centers no caso das lojas, enquanto a instalação de quiosques crescerá nos hipermercados e galerias. No geral, o setor vai bem, mas tem desafios pela frente, como os da alta rotatividade da mão de obra e custos com matéria-prima e ponto comercial.
 
Patrícia Cruz/LUZ
A rede Seletti aposta em qualidade, capacidade de abastecimento e preço para conquistar seu espaço no food service.
Os dados compõem pesquisa apresentada no 4º Seminário Setorial de Redes de Alimentação da ABF (Associação Brasileira de Franchising), realizado na última semana em São Paulo. O levantamento, desenvolvido pela ECD Consultoria Especializada em Food Service, analisa informações de 2009, envolvendo 41 redes com 5.308 pontos de venda, entre lojas franqueadas (84%) e próprias, que atingiram faturamento de R$ 11,877 bilhões no ano.
 
A amostra, ressalta o diretor da ECD, Enzo Donna, sinaliza tendências importantes às franquias e também ao restante do mercado, com informações sobre seis nichos de atuação. 
 
O segmento de sanduíches é o de maior participação na receita estudada (69%), seguido por comida variada (20%); docerias (4%); pizza/massa (3%); além de comida asiática e snack/cafeteria (ambos com 2%). Em todos eles, a maioria das lojas se concentra no Sudeste, com pelo menos 57,3% das operações – caso dos sanduíches. Nos demais segmentos (exceto comida variada), o percentual ultrapassa a 70%.
 
Concentração
No conjunto da amostra, a região Sudeste detém 67,5% das lojas, percentual que segundo o estudo cairá gradativamente até chegar a 60,2% em 2012, quando o Nordeste (com atuais 7,8%) deverá possuir 11,6% das lojas do ramo.
 
Donna ressalva que, no entanto, ainda há muito potencial para crescer no Sudeste. "É um desafio para o setor porque o sistema reduziu a concentração de lojas, mas a região é uma oportunidade mercadológica", afirma, referindo-se ao crescimento da procura por alimentação fora do lar. Os desafios também passam, de acordo com ele, pela necessidade de uma "revolução dos formatos", para fazer frente à falta (e preços altos) dos pontos comerciais.
 
Enzo ainda ressalta a necessidade de otimizar o faturamento nas lojas. O estudo mostra que elas recebem 76.134.153 clientes por mês. "É preciso atenção porque a concorrência é grande. Só na padaria entram mensalmente 210 milhões de pessoas para comer", compara.
 
A boa notícia, na comparação da amostra total com a mesma base de redes em 2008, é que o faturamento médio anual por funcionários aumentou 32% em 2009. Apesar dessa melhoria na produtividade da equipe, o setor ainda se debate com a alta rotatividade da mão de obra, de 50,2% no conjunto das lojas pesquisadas, chegando a 85,5% no segmento de sanduíches; 73,2% em docerias; 47,1% em culinária asiática; 40,5% em pizzaria/massa; 28,9% para snack/cafeteria; e 19,7% em comida variada. "O setor terá sérios problemas se não fixar a mão de obra. A qualificação será um diferencial", sugere Donna. 
 
A favor do franchising pesa a prática de promover treinamento inicial para o franqueado. O levantamento mostra que o modelo é adotado em 100% das redes ouvidas. 
 
Patrícia Cruz/LUZ
 
O estudo aponta que qualidade, preço e prazo de entrega, nessa ordem, se mantêm como os mais relevantes na decisão de compra das franquias de alimentação. "O sistema está associado à qualidade, mas temos que dizer ao consumidor. Isso é uma vantagem a ser explorada", analisa o diretor.
 
Condições 
Na rede Seletti Culinária Saudável, a principal preocupação, na hora das compras, é combinar qualidade, capacidade de abastecimento e preço. "Não há um primeiro lugar. Essas três condições têm que estar juntas. O nosso segmento é altamente competitivo e, devido à forma como programamos o cardápio (com itens que entram na combinação de vários pratos), se o fornecedor não entrega, quebra a cadeia", diz o sócio-diretor Luis Felipe Cunha Campos, um experiente executivo do franchising (ex-sócio do Spoleto).
 
A Seletti, com proposta de oferecer alimentação saudável, foi concebida por ele em 2007, cresceu com unidades próprias e há dois anos aderiu ao franchising. A rede oferece refeições e opções de lanches (hambúrguer vegetariano orgânico, por exemplo), propondo-se a "ser saudável, mas com sabor". Na receita do saudável entra também a forma de preparação (utilização do sal marinho em vez do sal refinado; ou do óleo de canola com azeite e erva no lugar do girassol).
 
A rede (oito unidades em operação, cinco em implantação e oito novos contratos de franquia assinados) atua predominantemente em praças de alimentação de shopping centers. "No segundo semestre de 2011, teremos a primeira loja de rua. O modelo está em teste, com projeto-piloto em São Bernardo do Campo", explica o empresário. 
Ele afirma que a tendência é o crescimento se concentrar nos shoppings, mas vê "com bons olhos" a possibilidade de lojas de rua nos mercados de São Paulo e Rio de Janeiro. O franqueador planeja, ao longo dos próximos dez anos, chegar a 150 unidades, 25% delas sob comando da matriz. Abrir uma delas requer aproximadamente R$ 320 mil. 
 
Quem planeja entrar no ramo também deve observar mais dois aspectos relevantes do estudo da ECD. A pesquisa de 2009 já mostrou a força da internet para divulgação das campanhas promocionais do setor, com ganho de espaço também para a comunicação interna das redes. Outra boa notícia é que 83% das empresas adotam alguma ação associada à responsabilidade socioambiental. "Todas as práticas tiveram crescimento expressivo", diz Donna.
 
Fonte: Diário do Comércio